DIA DO JUÍZO FINAL

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Grêmio 1×1 Corinthians, casa da colunista social Tathi Camargo. O apertador de botão palmeirense Ricardo “Zóião” Prado (em primeiro plano), tenta se esquivar das pedras atiradas pelo “doente” Daniel, nosso gerente de informática.

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Descontente com a falta de mira, Daniel “Sam” decide matar Zóião. Pega seu cajado…

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(Detalhe para a cara de poucos amigos de Daniel “Doente Sam”)

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…e aguardar por Zoião no carro dele. “Uma hora esse palmeirense filhadaputa vai entrar no carro”, pensava Daniel, com sangue nos olhos.

FURTO NA DIG

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Belíssima foto do apertador de botão Ricardo Prado, o Zóião. No momento em que o delegado dá uma escapada da sala, o repórter policial Carlos e o apertador de botão Edio Júnior, ambos do Jornal da Manhã, aproveitam para encher os bolsos de balas. Toda a ação foi encoberta pelo atento repórter Márcio Zeni, ligado a qualquer pista da chegada do delega.

NOS BARES DA VIDA

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Em Santa Cruz há um lugar que vende cerveja. Adendo 1: chega a ser redundante. Lugar que vende cerveja é o que mais tem naquela terra. A única diferença, é que se trata do lugar da moda e, se minhas contas estiverem corretas, terá vida útil de 547,5 dias, assim como todos os lugares da moda em Santa Cruz. Adendo 2: Na tal “cervejaria”, com a infinita variedade da bebida, poderiam oferecer aos consumidores uma marca melhorzinha (que diga-se de passagem carrega apenas o sobrenome do primo distante, porém nobre e para poucos, o Romanée) mas para os otários, assim como eu, está de bom tamanho.

Pois bem, o atendimento e serviço dos garçons são razoáveis. Se engana quem acha que para ser garçom basta anotar pedidos e levá-los na bandeja. As porções que pedi, são comestíveis. No entanto, a “cervejaria” peca no “abacanamento” de alguns pratos. Quem não quer o desgosto de saborear, por exemplo, azeitonas em meio a filet mignon, frango e cebolas refogadas, tudo afundado em molho insosso, melhor ficar com as batatas fritas, sequinhas e crocantes.

No quesito decoração, ficou agradável, sem rebusqueios ou invenções mirabolantes. Se bem que qualquer coisa que não tenha cabeças de boi empalhadas, rodas de carroça, tamborins e cavaquinhos, disputando espaço na mesma parede, parece a todos, de bom gosto.

Higiene. Principal item de qualquer boteco de rodoviária. A tal “cervejaria” até que é limpinha. Não vi nenhum garção enfiando o dedo no nariz ou coçando acintosamente a bunda. Muito menos roendo as unhas. Vale lembrar que depois do quinto chopp, já não me interesso por tais detalhes insignificantes. Não me convidaram, por isso não fui à cozinha. Nesse caso, sempre é bom pedir as frituras. O óleo fervendo mata qualquer bactéria do pedaço de alimento que, por ventura caiu no chão e ninguém viu, ou que se contaminou pela mão suja do cozinheiro que, sabe lá deus, pode coçar as hemorróidas, vasculhar tatus, fazer as unhas com os dentes. Detalhe para o banheiro dos homens. No cocho coletivo, rodelas de limão. Sensacional e criativo. É possível inclusive se divertir à beça mijando em cima das rodelas e observar o limão se desfazer. Não via a hora do aperto para voltar ao banheiro. Até sem vontade, fui.

Apresentação artística. Assim que entrei na “cervejaria” tive a certeza de que teria que pagar por um repertório composto de muitas músicas que não gostaria de ouvir. Além disso, me pareceu que o vocalista-guitarrista-baixista-baterista da banda composta por uma pessoa, se utilizava de playback em sua apresentação. Mas fazer o que? Quem está no inferno tem que se queimar. A “cervejaria” é o inferno que sempre imaginei, só falta as “meninas” dançando no balcão, esfregando a buceta na sua cara. Se eu soubesse que uma apresentação artística me traria tantos problemas, estacionaria o carro na avenida principal, ligaria o som e, sentado na calçada, abriria uma cerveja, de procedência, claro. Sem mais divagações. A mesa onde estava tentando repartir boas histórias com os amigos, gastou mais de 150 contos. Eu acho caro pela qualidade, mas pela descontração da noite, valeu. Só que o dono do estabelecimento não considera. Queria porque queria que eu pagasse 12 contos do que eles chamam de cover ou couvert (talvez porque o guitar-man fosse seu sobrinho, ou algo mais, quem sabe).

Reclamei, mas acho que feri os sentimentos do chefe. Segundo ele, fui muito mal educado em minha reclamação e que, se não fosse por isso, “até poderia” me liberar sem o couvert ou cover. Quero aqui pedir desculpas públicas. Não era minha intenção ferir o orgulho e alimentar a arrogância camponesa do dono da “cervejaria”. Eu, como cliente que sempre tem razão, deveria ser mais gentil, me dirigir com um sorriso, até me vestir melhor para tais ocasiões. Dono da “cervejaria”, me desculpe, fofo. (Ah, para quem quer saber o final da história: tive mesmo que pagar os doze contos. A segurança da “cervejaria” é excelente. Assusta)

Vamos ao código de defesa do consumidor:

DIREITO À RECLAMAÇÃO (Exceto na “cervejaria”. Jamais reclame. Não é polido ferir os sentimentos do dono)

Todo consumidor tem direito de reclamar sobre produtos ou serviços que apresentam vícios ou defeitos. Vício é toda e qualquer disfunção (de qualidade ou de quantidade) do produto ou serviço que o torna inadequado ou impróprio para utilização; defeito é toda e qualquer falha (de fabricação, montagem, construção, projeto, informação, etc.) em um produto ou serviço que coloca ou é capaz de colocar em risco a vida, saúde e segurança do consumidor.

CASAS NOTURNAS, BARES, RESTAURANTES e LANCHONETES

COUVERT ARTÍSTICO – Estabelecimentos que tenham apresentações de música ao vivo ou qualquer outra manifestação artística e que cobrem “couvert artístico”, deverão fazer constar de seus cardápios, de forma ostensiva ao público, o valor cobrado por pessoa e os dias e horários das apresentações. (Cuidado. Ao entrar na cervejaria, saiba que você terá que pagar, mesmo sem ser avisado. No cardápio, nada consta. Mas na porta de entrada, as letras miúdas advertem. É de bom grado levar uma lupa). A cobrança é admitida somente nos dias e horários em que houver apresentação de artistas no local.

CARDÁPIO – É obrigatória a afixação, na parte externa do estabelecimento, do similar do cardápio referente aos serviços de refeições oferecidos, bem como quaisquer taxas, acréscimos ou valores que possam ser cobrados do cliente, inclusive couvert ou couvert artístico. (Nada consta na “cervejaria” de Santa Cruz, terra onde as leis são feitas pelos próprios moradores. Exemplo da democracia: é a única cidade do país onde o cinto de segurança foi abolido, inclusive pela polícia. A “lei” é aplicada com tanto rigor, que faz com que qualquer motorista se sinta um idiota ao colocar o cinto.)

NOTA FISCAL – (Taí uma coisa que vou começar a fazer. Juntos, todos podemos levar à falência um bar, padaria, enfim, qualquer estabelecimento que não nos atende como gostaríamos) Exija sempre. Ela é muito importante para a efetiva garantia e proteção de seus direitos em caso de devolução ou troca do produto ou reclamação. Constatando qualquer irregularidade na oferta de produtos ou na prestação se serviços, procure a Fundação Procon/SP ou o órgão de defesa do consumidor de seu município. Lembre-se: sempre que você for lesado e não tiver ou souber a quem recorrer no momento, procure a Delegacia de Polícia mais próxima e registre um Boletim de Ocorrência, prova a seu favor, em caso de reclamação posterior no órgão competente.

OBS: uma dica para se livrar do inconveniente cover ou couvert é não pagar os 10%, que em tese é do garçom, e abater no valor do cover ou couvert. A maioria dos bares e afins não repassa os 10% ao pessoal que nos serve. Claro que alguns merecem. Nesse caso, melhor dar a grana na mão do garçom e não pagar os 10%.

UMBU E OVO DE CODORNA

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Sexta à noite. Saída da redação, cerveja de lei no posto da esquina. João, o frentista, já pega uma lata no freezer. Carteiro Pernambuco e o publicitário José chegam com uma baciada de ovos de codorna cozidos. Descasca, sal, mastiga e gole de cerveja. Pernambuco é o mais falante. Nasceu em Petrolina, “no Polígono da maconha”, diz com orgulho. Foi pra São Paulo ainda jovem. Pau de arara, sete dias na caçamba do caminhão. Passagem garantida mediante o roubo de um cabrito.
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“O motorista queria porque queria um cabrito. Subi no umbuzeiro, balancei os galhos. Encheu de cabrito para comer a fruta. Saltei em cima de um, amarrei as pernas e joguei na caçamba do caminhão”, explica. Umbu e cachaça para agüentar o tranco até a capital. O irmão foi assassinado em São Caetano do Sul. Em Recife, onde mora a família, também assassinaram a irmã. “Era um cabra que gostava dela, vê se pode”. Mandou a mulher e três filhas para Lucélia. Ainda passou um tempo em Campinas antes de chegar a Marília.

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Divide pensão com o publicitário. Anda oito quilômetros por dia entregando carta. “Quinze quilos no ombro”, se gaba. Foi assaltado quatro vezes em São Caetano do Sul. “Virou moda levar os pacotes de sedex que os carteiros carregam”. A economia vai mal, mas Pernambuco quer colaborar com o Natal dos necessitados. “Vou fazer uma campanha, arrecadar alimentos, brinquedos para as crianças. Tem muita gente carente.”

A NAÇÃO EM CRISE

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A foto acima é do apertador de botão Ricardo Prado, o Zóião. Produção: delegado são-paulino da polícia civil. Foi publicada na primeira página do jornal. Repercussão: duas assinaturas canceladas, dezenas de e-mails mal educados ao editor, telefonemas de corintianos irados ao longo do dia, fora a discussão gerada na redação sobre o contexto da camiseta alvi-negra em meio a drogas e armas. Após acalorada idiossincrasia dos prós, contras e brincalhões. Após trocas de sutilezas do vernáculo, restou uma ratificação sobre o fato na página dois do jornal, no dia seguinte. E a promessa de que camisetas de outros times, assim que dispostas de forma semelhante entre produtos de apreensão, também sairão na primeira página.

IGORNÊS E SUAS MÁXIMAS

Meu filho Igor está prestes a completar 3 anos. Ainda não está na fase do “por que”, se mantém na do “o que é isso”. Aprende palavrão e violência na escola, é corintiano (é livre para escolher qualquer time, desde tenha outra casa para morar), chuta de canhota ou de direita e não vive sem DVDs de desenhos animados.

ZAGOLINA; combustível derivado de petróleo comercializado nos postos da cidade.

BILISCLETA; camelo, magrela, veículo de duas rodas movido a pedaladas.

POCURA: Ato de encontrar alguma coisa.

MÁNICA; De escrever, de lavar, mas especialmente as de tirar fotografia.

DINOSSAURO ESQ; Animais gigantescos extintos da Terra. O referido aqui trata-se do mais temido, o Tiranossauro Rex.

DONARANHA; Aranha, qualquer aranha, inclusive o Homem-Aranha (deve ter buscado inspiração na música infatil).

PICOCA; Espécie de milho que estoura sob calor. Muito apreciado nos cinemas.

DEDOS MÉDICOS; São os dedos médios, mesmo.

GALASTIÇA; espécie da família de répteis pertencentes à subordem Sauria, ou a famosa Lagartixa.

Na TV um passeio ecológico por alguma cidade mineira.
“Pai, quero uma igreja”
“Certo”
“Pai, quero um cavalo”
“Cavalo ou igreja?”
“Cavalo”
“Mas é muito caro um cavalo. Papai não tem tutu”
“Então compra tutu, papai”

Domingo de manhã, desperto de ressacão. Lembro de trechos da acalorada discussão e troca de sutilezas do vernáculo entre mim e Gi, sábado à noite, no carro, a caminho de casa, inclusive com a presença de Igor.

– papai, você gritou com a mamãe?
– gritei
– papai, você brigou com a mamãe?
– briguei

(Gi na sala, eu no quarto)

– pede desculpa pra mamãe, papai.
– desculpa (baixinho)
– não, papai, vai lá.
– desculpa (ao lado de Gi)
– dá beijo na mamãe, papai.
(beijo. despencamos a rir)

Igor tem 3 anos e a imensa capacidade de deixar a vida da família mais feliz, de contornar besteiras que poderiam se tornar uma bola de neve. Gi e Igor, amo vocês pra caralho

– O que fez na escola hoje, Igor?
– Brinquei.
– O que mais?
– Pintei o Papai Noel.
– Bacana. E onde mora o Papai Noel, no Polo Norte?
– Não, Papai Noel mora no shopping.

SERÁ O BENEDITO

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Esta é a capa da Revista Benedito, trabalho de conclusão do curso de jornalismo, enviada pelo leitor Rodolfo Viana. Não sabemos quanto a Viana, mas a mocinha tem futuro.

A BISNETA DA MÁFIA
Para preservar a imagem e garantir a segurança, o nome da protagonista será mantido sob sigilo.

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Bisneta diz:
bem, meu bisavó era da camorra, a mafia calabresa
estorvo diz:
olha!!!!!!!! devem ter te esticado um tapete vermelho por lá
Bisneta diz:
na Calabria nao, mas em Polignano a Mare sim… fizeram uma festa para mim, incrivel menon…incrivel…foi demais
estorvo diz:
será que posso continuar conversando contigo, ou corro riscos
Bisneta diz:
hahahaha claro que pode, mas nao VACILA
essa festa foi linda, pois eu fiquei na casa de um polignanese, que nao me conhecia pessoalmente, mas por ser “da familia” ele me acolheu na casa dele
fizeram faixa de boas vindas e uma festa no centro historico com muito vinho e ele é DJ
é um senhor de 50 anos que é DJ na Italia, foi muito legal
estorvo diz:
e quem comanda a máfia agora?
Bisneta diz:
são varias mafias Mennon, não tem uma apenas
estorvo diz:
sim, mas a do seu biso
Bisneta diz:
tem a MAFIA que é de Napolis, a Camorra que é da Calabria, a Cosa Nostra que é da Sicilia e a Stratorera que é de Bari
tudo do sul da italia
nao sei quem comanda hoje…
estorvo diz:
tá, mas quem comanda a da Calabria agora, é alguém da famiglia?
Bisneta diz:
nao nao…nao é mais ninguem da familia…
estorvo diz:
e eles logo sacaram que vc era bisneta do mafioso, ou não?
Bisneta diz:
olha, nao sacaram pq nao tive contato com nenhum mafioso, fui a alguns locais em napolis principalmente em que havia varias pessoas de varias mafias…mas nao me reconmheceram pq nao falei nada
mas na Calabria, do meu biso, fui a um rest que o dono conhecia meu biso
estorvo diz:
aposto que não pagou
Bisneta diz:
hahahah NAO PAGUEI mesmo
estorvo diz:
deve ser divertido ser bisneta do Dom
Bisneta diz:
hahahahahahaha dá medo isso sim
a mafia destroi a italia…eles subornam…proliferam a violencia…
é complicado
estorvo diz:
é, mesmo porque ainda é recente, são duas gerações…seu biso morreu de causa natural?
Bisneta diz:
nao, morreu de cirrose
com 77 anos
estorvo diz:
matou gente pra caralho, ou vc não sabe os detalhes sórdidos

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Bisneta diz:
hahahahahaha nao sei dos detalhes, nao sei mesmo
eu era pequena quando ele faleceu, tinha 6 anos
mas na minha familia, cantamos muitas musicas, hinos e falamos o dialeto de polignano a mare
as historias sao meio romanticas, meio palhaças sabe? a mafia é idolatrada por necessidade, no sul da italia
mas…por incrivel que pareça, eles protegem o povo mais do que o governo, que só enxerga o norte da italia como nação
e adesso, sono la unica bisnetta brasiliana che parla il dialeto anche l´idioma vero italiano!
estorvo diz:
e tem muita diferença do idioma pro dialeto
Bisneta diz:
nossa…PRA CARALHO
dialeto….são palavras inventadas, cortadas, com outra intonação
estorvo diz:
conhece algum site onde posso encontrar a origem dos meus sobrenomes?
Bisneta diz:
claro, conheço sim!
espera aí
vede questo: http://www.gens.labo.net/
vc coloca seu sobrenome e ele aponta em quais regioes da italia ele provém
estorvo diz:
bacana
Bisneta diz:
e vc pode até fazer camiseta com o seu sobrenome e a regiao
estorvo diz:
Cognome é o sobrenome?
Bisneta diz:
ei….seu sobrenome é do SUL
sim..
vede…siscrive com doppia N ?
estorvo diz:
apareceu um monte de circulos todos no norte
não, só um..Menon
Bisneta diz:
sim….principalmente na regiao do veneto, onde fica treviso
ok, entao é isso mesmo
NORTE – VENETO
estorvo diz:
Treviso fica em Trento, será?
Bisneta diz:
nao…treviso é treviso…trento é trento
estorvo diz:
rola alguns menons no salto da bota tbm
em bari e em Puglia
Bisneta diz:
sim….
tudo que termina com on, langa, ari…(sobrenomes) geralmente serao do norte
com CCHI, tipo Zucherelli, Bianchi e etc…é mais setentrional (norte ainda)
estorvo diz:
agora, tem a legenda aqui ao lado…5, 10, 15, até 5000…seriam número de habitantes?
Bisneta diz:
nao, o universo de pessoas com este sobrenome na regiao encontrada
estorvo diz:
estou me divertindo aqui
tem mais sanson do que menon por lá
vc poderia me conceder uma entrevista qualquer dia sobre essa ligação com a máfia…”A BISNETA DA MÁFIA”, o que acha?
Bisneta diz:
ai nao menon….nao quero….desculpa mas tenho um pouco de receio…
estorvo diz:
nao tem problema
Bisneta diz:
ah nao gosto de dizer nao…rs
estorvo diz:
ok

O APANHADOR NA ROÇA DE MELANCIA
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Nosso intrépido apertador de botão Ed.Dourado, o Bush, treinando para a prova mais concorrida do Festival de Melancia de Avencas, os 100 metros rasos no pasto.

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Relembrando os duros tempos em que debulhava milho no paiol e colhia café em Oscar Bressane, Bush não resistiu: “quero chupar melancia”, disse com os olhos marejados.

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OLHA O TIRO DE SAL – Bush corre com classe feito um animal rasteiro, pensando que a roupa que se confunde à paisagem pode camuflar seu corpo e despistar o atirador.

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Gustavo Simi, repórter de rádio, produtor de TV, pauteiro nas horas livres, é só alegria. “Bush é meu herói. Depois que pude observar sua destreza em selecionar, apanhar e carregar melancias, meu conceito sobre a natureza humana mudou. Também quero ser um apanhador na roça de melancias.”

One Response to “Life”

  1. AlexM said

    Your blog is interesting!

    Keep up the good work!

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